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quarta-feira, 11 de maio de 2016

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"Não cagas onde comes" é o novo "Não comes onde cagas"

Das corridas

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

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 Eu adoro correr, adoro adoro adoro. Mas o facto de viver onde vivo (e ter o pouco tempo que tenho) desmoraliza demais as corridas.
 Primeiro porque, por alguma razão, Lisboa é a cidade das sete colinas. Ainda não encontrei um parque no meio da cidade que não me obrigasse a fazer corridas em inclinações que me fazem querer deitar os pulmões para o chão logo ali. 
 Saudosos são os tempos em que corria à beira-Tejo em Belém, mas agora que vivo mais longe não me compensa perder quase mais tempo no trânsito/transportes do que na corrida que faria no sítio. 
 Por exclusão de partes, lá corro eu então pelas ruas fora. O que também não me parece muito eficiente porque acho que o ar do centro da cidade que inalo com real intenção enquanto corro durante uma meia horita deve ser equivalente a fumar um maço de charutos. Fico a pensar que esta coisa das corridas se calhar não acaba por potencializar nada a minha saúde e pelo contrário, só piora.  Mas como dizia a minha avó, se não se morre do mal, morre-se da cura, portanto mais vale fazer-se o que gostamos e pronto. 
 Correr no centro da cidade ainda tem mais outra particularidade gira: todo o macho latino adora ver uma rapariga nova a correr. Acham piada e têm de mandar umas boquinhas - é um instinto criado pela negligência dos pais na infância ou um abuso sexual na adolescência, eu sei lá - que claro que não são muito agradáveis. Principalmente quando essas pessoas não compreendem que eu estou a fazer um treino (eu bem gostava de acordar de manhã a la Forrest Gump e decidir que vou correr os EUA inteiros sem me cansar, mas infelizmente não consigo. Tenho de fazer treinos que alguém que percebe do assunto estipulou que conjugam determinados números de km, de velocidades, de pausas, de aquecimentos e alongamentos, que feitos regularmente permitem uma evolução suave e estimulante) e portanto quando eu paro para fazer 1 minuto de caminhada de pausa a que tenho direito, mandam a boca do "não páres, vá, continua" - oh pessoas mas vocês não têm mais nada com que se preocupar? Valha-me a nossa Senhora dos fones e dos leitores de mp3, é o que eu vos tenho a dizer.

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O chapéu

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

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 A rapariga chegou perto deles. Trazia agora um chapéu.
 "Mas de onde vem esse chapéu?"
 "Alguém deixou ali numa espreguiçadeira".
 100% papel. De uma marca cara. Estiloso como um carro topo de gama.
  Todos o quiseram experimentar. Viram-se ao espelho, tiraram selfies, fizeram acrobacias, gargalharam.
  Os rapazes tentaram convencê-la que o chapéu era masculino para ficarem com ele, mas não a demoveram.
 O chapéu era ridiculamente giro. Era o toque que rematava qualquer look de Verão. E era a alegria de mais um dia de trabalho monótono na vida daquelas pessoas.

Parar.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

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 Vi há dias uma entrevista com a Capicua e o Ricardo Araújo Pereira (já agora vejam vocês também, já que o trabalho destas duas pessoas significantes merece ser divulgado) em que a primeira diz que deixou o graffiti e não tenciona voltar porque, tal como o rap, o graffiti é uma actividade em que quando se pára uma vez, é difícil voltar. Comparou ainda ao acto de tocar um instrumento dando o exemplo de que se um músico parar durante um ano, dois anos, três anos, quando voltar a tocar já não vai voltar a tocar como antes.
 Lembrei-me imediatamente no meu blog. 
 Felizmente esta entrevista também serviu de desculpa assunto para voltar. 
 (Se calhar é por isso que este blog nunca melhora muito de qualidade. Páro tantas vezes que acabo por nunca consigo evoluir muito). 

Do medo do tempo

terça-feira, 30 de junho de 2015

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 Nunca tive medo de nada. Não tenho medo de qualquer tipo de animal, nem de andar sozinha na rua à noite ou sequer medo de morrer. A única coisa de que eu tenho realmente medo, é do tempo.
 Dizem que o tempo cura tudo. Mas então para que cure, é preciso de ele exista. E o meu medo é essencialmente que ele não exista em quantidade suficiente.
 O tempo não é tangível. Apesar de as pessoas fingirem que é, recorrendo a calendários e relógios para planear as suas vidas e fingirem que o tempo é seu aliado, o tempo não se mede. Nunca se sabe se realmente as duas horas que temos para acabar um trabalho vão ser duas horas. Ou se o tempo nos trai e afinal é mais curto do que precisamos.
 E quanto menor o espaço temporal, pior. Não sou adepta de frases feitas, mas sempre gostei de uma que diz algo como "os anos não custam a passar, o que custa são os momentos". Os momentos são o que realmente estraga tudo. Conseguem imaginar como seria tão agradável o passar dos anos sem serem aqueles momentos que estragam tudo? O momento em que temos um acidente de viação que nos torna paralíticos para sempre. O momento em que temos uma branca no meio do teste e nos vai chumbar à cadeira. O momento em que dizemos o que não devemos ao nosso patrão e somos despedidos. O momento em que não dizemos o que devíamos dizer, e afinal era a nossa última oportunidade para nos despedir-mos dela...
 São meras fracções de segundo. Meros tic-tacs de um relógio. Que mudam tudo. E o tempo simplesmente não pára. Continua sempre a alta velocidade, ignorando tudo o que acabou de nos acontecer. Não interessa se nos vamos arrepender para o resto da vida. Não interessa se vamos melhorar. O tempo não perdoa.
 Não perdoa.

Nos sapatos, como na vida

sexta-feira, 15 de maio de 2015

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 A procura pelo par perfeito é só uma. E estou a falar de pares amorosos e de pares de sapatos. Em simultâneo.
 No amor, como nos sapatos, quando andamos à procura do par ideal, o que nos salta logo à vista são os mais bonitos. Ou mais vistosos, vá. Às vezes acabamos por pensar "se calhar isto é areia demais para o meu camião com um salto tão alto ainda faço é uma entorse" e acabamos por nem experimentar. Optamos antes por tentar a nossa sorte com um par que tenha também o seu charme, mas que seja mais adequado ao nosso estilo pessoal. E esta tarefa não é nada fácil, amigos. Porque depois não há o nosso número, ou só há em camel e nós preferíamos em preto, ou a senhora à nossa frente levou o último par... É uma massada.
 Nem sempre o par perfeito fica na primeira loja (discoteca) em que entramos. Por vezes, há que fazer uma autêntica romaria. E quantas vezes não acabamos por descobrir que afinal o par que queríamos era mesmo aquele que estava na primeira sapataria em que entrámos, porque depois de visitarmos 5 ou 6 nunca mais deixámos de pensar nele (apesar de na altura nem termos arriscado a experimentar porque não fomos com o padrão tigresa).
 Eventualmente, chega sempre o dia em que acabamos por levar um par para casa. Durante dois ou três dias é a melhor coisa, é a novidade, toda a gente comenta. Mas depois nem sempre a vida continua a ser assim tão feliz, pelas mais diversas razões. Ou é porque afinal não tinha a qualidade que esperávamos nem chegam a durar até ao fim da estação, ou é porque passam de moda e no ano seguinte já não fazem sentido voltar a levar à rua, ou revelam-se tão desconfortáveis que só de pensar na sua existência já se nos dá um aperto nos pés. Ou ainda, last but least, apaixonamo-nos por eles durante bem mais tempo do que a sua duração. Usamo-los durante anos a fio e eles são tão confortáveis que nem nos vamos apercebendo que eles se estão a destruir a pouco e pouco de tanto uso. Ficam rotos, com linhas a saltar, as solas gastas e descoladas, e nós-nem-aí. Já toda a gente comenta porque raio é que somos tão belas e interessantes e ainda andamos com aquele par de sapatos velho e peçonhento. E nós tão ceguinhas de amor que nem nos apercebemos que aquele par já não é nada a nossa cara, já não é nada o nosso estilo, já não é nada daquilo que precisamos. Eventualmente também caímos na real e com muito choro e lágrimas acabamos por deixá-lo num contentor de roupa onde esperamos que possam vir a ter um dono (mais humilde) melhor.
 E depois continua a nossa busca. A nossa eteeeeerna busca. Pelo par que é estiloso, intemporal e que dure até ao fim das vidas. E claro, que não nos faça sequer voltar a querer pensar em procurar por um novo.

Nem é porque o senhor se faleceu, mas porque ultimamente tem sido muito isto

sexta-feira, 3 de abril de 2015

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"Não tenho medo da morte, tenho medo do sofrimento. É na vida que se encontram todas as maldades do Mundo. A morte é o descanso".
Manoel de Oliveira

Já que uma pessoa escreve num blogue sempre pode ganhar qualquer coisa com isso

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

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 "Já são oito horas? Isto foi a Maria a sair de casa ou a Catarina a chegar? Hoje tenho mesmo de começar a estudar cedo. Vou tomar banho, pôr-me no metro, chegar à faculdade e estudo sem interrupções até ao almoço! Vestido azul. Não, vestido azul não. As leggings novas? Estão para lavar... Já estou a demorar muito, esquece, vou de vestido azul. Bolas, não há café! COMO É QUE EU VOU SOBREVIVER SEM CAFÉ? Vá, vamos embora. Opah, esqueci-me do... Ah não, está aqui! Vá, vamos embora agora. O metro vai estar cheio, de certeza. Isto é uma carteira? Não tem dinheiro. Ainda bem que escuso de ficar com dilemas morais já a esta hora da manhã. Não me posso esquecer de passar na esquadra depois. O metro! Espera espera espera... Bolas, foi por pouco! Mas ainda só são nove horas e já me aconteceu tudo?"



Algumas das minhas pancadas até são explicáveis, compreendam isso

sábado, 27 de dezembro de 2014

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 Penso que a Disney cometeu um erro crasso ao anunciar este filme como baseado na história da "Rainha do Gelo" do Hans Christian Andersen. Teria sido mais inteligente dizerem que foi "inspirada" em... Mas nem vou refilar muito com isso porque, na minha opinião, a história é bem melhor do que a "original". E os puristas que me cruxifiquem à vontade por ter proferido tal sacrilégio, que eu nunca gostei das fábulas desse autor que são deprimentes-que-dói. Mas isso não é o tema deste post...
  Ora bem, a história de Frozen tem um enredo muito rico. Talvez por ter duas protagonistas princesas (coisa que também não me lembro de já ter visto) cada uma delas vive uma aventura com uma moral por trás. Entre o namoro precipitado de Anna e a fuga e isolamento de Elsa, não só prefiro a segunda sub-história como a adoro de paixão.
 Por norma, gostamos dos filmes porque nos identificamos com eles. Este caso não é excepção. Elsa é uma menina-mulher mais poderosa do que aquilo que as pessoas estão preparadas para aceitar, incluindo ela mesma. E acho que todas as mulheres gostam de acreditar que o seu maior problema com o Mundo é precisamente esse (embora, claro, nem sempre o seja). Elsa vê-se obrigada a afastar-se das pessoas que sempre gostou em prol da sua responsabilidade, e, a certa altura, quando todo o Mundo lhe aponta o dedo, ela opta pela fuga e isolamento. Durante esse período de exílio na montanha, ela aproveita para conhecer-se a si própria: do que é que afinal é capaz, quais são os seus limites de fraqueza e de poder, como se controlar a si mesma.
 Eu tenho de gostar deste filme porque sou altamente apologista disto mesmo. Passar tempo connosco próprios não deve ser um sacrifício mas sim uma terapia. E sou também uma adepta praticamente do isolamento aquando de toda a gente nos querer chatear a cabeça. Nem sempre tenho uma pessoa como a Anna para me vir resgatar à montanha, mas na altura certa, regresso à terra sozinha, já mais recuperada e convicta dos meus poderes.
 E sim, também sou uma fã assumida de Let it go. Gosto da porra da música porque tem uma letra extremamente madura e não tão plasticamente-sonhadora nem infantil que tantas músicas da Disney têm.
 Curiosamente só vi o filme pela primeira vez este ano, mas a par de The Nightmare Before Christmas vai passar um dos meus must seen da época natalícia.

 E ainda por cima a protagonista é boa todos os dias.

Natal é quando um homem quiser ver os filmes certos

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

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 Pouco me importa que esta ano não tenha árvore de Natal. Desde que eu reveja The Nightmare Before Christmas é indubitavelmente Natal.



Coisas que eu li uma vez e nunca mais esqueci

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

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"Algumas das pessoas mais descontraídas, bem-humoradas e de bem com a vida que conheço realizam filmes policiais e de 'suspense' como os meus, e filmes de terror dos mais tremendos. Mas olhe que entre as pessoas mais infelizes, depressivas e instáveis com que me cruzei nesta indústria, estão os cómicos. É impressionante." 
  Brian De Palma. 



 " Comedians kill themselves. Talk to 100 comedians this week, everybody knows somebody who killed themselves. I mean, we always say ignorance is bliss. Well, if so, what’s the opposite? Some form of misery. Being a comedian, 80 percent of the job is just you notice shit, which is a trait of schizophrenics too. You notice things people don’t notice."
 Chris Rock





 

Intra-rail involuntário

terça-feira, 8 de julho de 2014

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 Então oh Maria Amêndoa, tu não ias só ali a Carnaxide?
 Oh pois ia, mas graças à pré-definição de evitar portagens do GPS em vez de ir direitinha pela auto-estrada fiquei a conhecer todos os caminhos de cabras que existem entre a minha faculdade e a tal cidade. Durante o caminho pus em prática os meus enferrujados avé-marias em prol de não me aparecer nenhum carro em sentido contrário senão não sei como é que cabíamos os dois naquelas estradas. Mas pronto. Ah e no regresso também achei por bem entrar na auto-estrada em sentido contrário e ir só ali ver se está tudo bem em Monsanto. Voltei com boas notícias: sim, está tudo bem.
 O que vale é que uma pessoa até está de férias e anda cheia de tempo para estas coisas! Ah espera...

Por aqui a vida vai óptima

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 Antes do meio-dia já tinha entalado a mão na porta da entrada, recebido uma nota negativa (aka ir a época especial, ver a praia apenas como uma mera miragem lá ao fundo do horizonte visualizado pelas janelas da faculdade), ter cometido o erro de dizer ao amigo mais chato do Mundo que tencionava passar a tarde na praia e esta abécula colar-se aos meus planos apesar de eu quase gritar ESTOU DE MAU HUMOR E NÃO SEREI UMA BOA COMPANHIA PARA NENHUM SER VIVO DESTA GALÁXIA e ainda ir a uma revisão de prova da qual saí chumbada, porque graças aos critérios de avaliação de uma cadeira mesmo fofa diz que chumbo apesar de ter nota positiva nas componentes da avaliação.
 Pelas 13h uma professora diz que me acha branquinha e pergunta porque é que eu não vou à praia, à qual ao respondo "felizmente o logótipo da nossa faculdade, no website, mudou provisoriamente para uma imagem com uma praia porque essa é a única praia que eu vou ver até ao final do mês".
 Por aqui a vida vai óptima. E a vossa?

Porque raio é que eu nasci Samantha...

segunda-feira, 30 de junho de 2014

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...e não Carrie? Só porque gostava de saber como é que essa tipa conseguiu arranjar um apartamento em fucking Manhattan pagável com o seu reles salário de colunista. 


O efeito borboleta

quarta-feira, 18 de junho de 2014

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 Achei que ia ter sorte porque na manhã do teste pousou-me uma borboleta no ombro.
 Certo que não era bem uma borboleta, mas uma daquela borboletas-nocturnas-arraçadas-de-traças-feias-que-dói-parecem-morcegos...
 E ok que não foi bem pousar, mas sim entrar-me pela janela do carro a dentro a meio da A5...
 E pronto, não me atingiu bem no ombro mas sim perto do cotovelo..
 Mas..........
 Também escusava de só ter conseguido tirar 0.90 (em 20), né?


 Indo eu, indo eu, a caminho da 2ª fase. 

Ironias do destino

quinta-feira, 5 de junho de 2014

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 Se durante o liceu eu me roía de inveja dos meus colegas que viviam em vivendas com anexos óptimos para fazerem festas... Agora que me vejo a ter de mudar para Lisboa reconheço que será difícil encontrar (a um preço que possa pagar, lá está) um apartamento tão bom como o que tenho na terrinha.

Vou então pensar nas minhas coisas preferidas pra ver se fica tudo melhor

sexta-feira, 30 de maio de 2014

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 - Dançar como se ninguém estivesse a ver, no Plateau.
 - Fumar um cigarro no carro, de manhã cedo, com as janelas abertas, espalhando a Estranha Forma de Vida pela cidade.
 - Um bom festival de tunas masculinas.
 - Headbang nos concertos de Noidz.
 - Acabar 30 min de corrida.
 - O quarto acabado de arrumar e lavar.
 - Cantar enquanto conduzo.
 - Flores do campo: Mexer, fazer ramos, trincar, pôr no cabelo, usar como almofada.
 - Adormecer em conchinha.
 - Praia.
 - O shuffle escolher a música que eu estou mesmo a precisar de ouvir.
 - Rodopiar em passos de ballet quando espero por alguma coisa, e se alguém reparar se começar a rir de mim, eu rio também de mim.
 -  Frozen, Despicable Me, The Rocky Horror Picture Show e O Fabuloso Destino de Amélie
 - Letras de músicas sabidas de cor

Como estás?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

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 - Mais ou menos como se estivesse caída numa vala cheia de espinhos, em que apenas o movimento do respirar faz entranhar-me ainda mais. Todo o corpo coberto de minúsculos cortezinhos que mal se vêem mas causam uma dor aguda e persistente.  E, claro, observando as pessoas que lá em cima a prosseguir as suas vidas, entretidas a caçar borboletas. - pensei.
 - Estou melhor. - disse.

Não gosto de mulheres de cabelo vermelho

sábado, 3 de maio de 2014

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 Não gosto de mulheres de cabelo vermelho. Ou melhor, não gosto de cabelo vermelho em mulheres.
 Não gosto porque é uma cor cliché. É a cor mais natural das cores artificiais, mas mesmo assim claramente artificial. É aquela cor que as mulheres escolhem quando querem radicalizar o seu look, mas sem radicalizar assim tanto porque é uma cor já tão vista e tão bem aceite pela sociedade que nem é propriamente um devaneio assim tão grande.
 Prefiro mil vezes mulheres com o cabelo pintado de azul. Ou com uma rasta. Ou com mil rastas. Com uma tatuagem gigante no ombro. Com um piercing no meio do nariz. Com óculos de sol fluorescentes. Com partes do cabelo rapadas. Com alargadores. Com verdadeira coragem para arriscar em looks excêntricos, sem se importar com o que é que a sociedade aceita ou não, o que é que os conservadores vão dizer ou não, se muita gente já tem igual ou não.
 Movimento anti-cabelo vermelho aqui e já.

Eu nem gostava de séries

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

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 Mas depois descobri The Big C.

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