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Porque Deus tem um sentido de humor muito exótico

domingo, 21 de agosto de 2016

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Estamos numa altura muito complicada para quem acabou recentemente com um namorado cuja alcunha é Bolt.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

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"Não cagas onde comes" é o novo "Não comes onde cagas"

Se calhar também é melhor não contar com filhos ruivos

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

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 Uma vez por mês, qual gaja que se preze, lá sigo a minha romaria ao supermercado mais próximo para comprar o kit-Benfica (sim, eu sou uma gaja, desculpem).
 O mercado evoluiu muito desde a última romaria que fiz, pelo menos no que toca à colecção da marca Pingo Doce, que agora se apresenta com um novo design e novas features. Nomeadamente... pensos higiénicos com vitamina E.

 Ora aí estão os belos para vocês não dizerem que eu sou mentirosa:


Vitamina E, oh sim senhor. Trouxe estes porque achei que devia ser uma boa ideia ter um pipi vitaminado. Um pipi-Popeye, cheio de saúde, força e energia. O meu homem também achou uma excelente ideia, porque assim também mantinha a sua dose de vitamina E em dia.
 Em busca de mais informação sobre o assunto, perguntei a uma amiga farmacêutica que vantagens mirabolantes é que havia de obter disto, ao que ela me respondeu: A vitamina E é anti-oxidante.
 Anti-oxidante, senhores!!! Quem diria que já existem pensos com tecnologia da NASA para evitar que o pipi ganhe ferrugem? What a time to be alive...

Da relatividade do tempo

domingo, 20 de dezembro de 2015

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 Às vezes passam-se mais coisas num segundo do que durante um ano inteiro.

A relação de Schrodinger

sábado, 19 de dezembro de 2015

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 A relação de Schrodinger é o nome dado ao estado de uma relação após um acontecimento de elevado grau de dano ao relacionamento, que conduz a um período de espera para decidir o futuro da mesma.
 Aquando da condição descrita, enquanto os intervenientes não tiverem a conversa final para decidir o futuro, nenhum deles ainda sabe se já acabou tudo ou se ainda há volta a dar. A relação encontra-se viva e morta ao mesmo tempo.

Dialogação

sábado, 7 de novembro de 2015

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(a passar na 2ª circular)
- Onde é que fica a 1ª circular?
- Acho que não existe.
- Existe uma 2ª circular e não existe uma 1ª circular?
- A 1ª provavelmente foi deitada abaixo.
- Então porque é que não actualizaram o nome desta?
- Também há reparaste que a 2ªa circular não é circular?

A evolução da Amêndoa

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

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 Os humanos não têm o pescoço da mesma largura que os ombros devido a anos de evolução a tentarem dormir em conchinha e não terem onde colocar o braço que fica por baixo.

Parar.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

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 Vi há dias uma entrevista com a Capicua e o Ricardo Araújo Pereira (já agora vejam vocês também, já que o trabalho destas duas pessoas significantes merece ser divulgado) em que a primeira diz que deixou o graffiti e não tenciona voltar porque, tal como o rap, o graffiti é uma actividade em que quando se pára uma vez, é difícil voltar. Comparou ainda ao acto de tocar um instrumento dando o exemplo de que se um músico parar durante um ano, dois anos, três anos, quando voltar a tocar já não vai voltar a tocar como antes.
 Lembrei-me imediatamente no meu blog. 
 Felizmente esta entrevista também serviu de desculpa assunto para voltar. 
 (Se calhar é por isso que este blog nunca melhora muito de qualidade. Páro tantas vezes que acabo por nunca consigo evoluir muito). 

Sexo cinematográfico

sexta-feira, 22 de maio de 2015

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 O sexo nos filmes é qualquer coisa de fantástico, não é? Acontece assim de repente, no meio da cozinha, numa casa de família onde vivem umas 10 pessoas mas ninguém acorda com a barulheira que se passa para ali, nem vai espreitar, nem interromper, nem nada.
 E quando é assim no meio da piscina ou da banheira e qual falta de lubrificação qual quê, é assim à tonta e é tão bom para os dois? E quando até é na cama mas no final é só virar-se cada um para o seu lado, não há cá tirar o preservativo, não há cá cama suja com fluídos e suores, não há cá pessoas a terem de ir ao wc limpar-se, nem uma toalhita nem nada, é tudo naturalmente limpinho e mágico?
 E no fim dormem sempre em conchinha. E o homem fica sempre no papel de big spoon - quando todos nós sabemos que na vida real os homens exigem sempre ser a little spoon alegando o empecilho do nosso cabelo lhes fazer comichão na cara (desculpas, desculpas).
 O que nos vale é que o sexo na vida real também é bom, pois é?

Nos sapatos, como na vida

sexta-feira, 15 de maio de 2015

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 A procura pelo par perfeito é só uma. E estou a falar de pares amorosos e de pares de sapatos. Em simultâneo.
 No amor, como nos sapatos, quando andamos à procura do par ideal, o que nos salta logo à vista são os mais bonitos. Ou mais vistosos, vá. Às vezes acabamos por pensar "se calhar isto é areia demais para o meu camião com um salto tão alto ainda faço é uma entorse" e acabamos por nem experimentar. Optamos antes por tentar a nossa sorte com um par que tenha também o seu charme, mas que seja mais adequado ao nosso estilo pessoal. E esta tarefa não é nada fácil, amigos. Porque depois não há o nosso número, ou só há em camel e nós preferíamos em preto, ou a senhora à nossa frente levou o último par... É uma massada.
 Nem sempre o par perfeito fica na primeira loja (discoteca) em que entramos. Por vezes, há que fazer uma autêntica romaria. E quantas vezes não acabamos por descobrir que afinal o par que queríamos era mesmo aquele que estava na primeira sapataria em que entrámos, porque depois de visitarmos 5 ou 6 nunca mais deixámos de pensar nele (apesar de na altura nem termos arriscado a experimentar porque não fomos com o padrão tigresa).
 Eventualmente, chega sempre o dia em que acabamos por levar um par para casa. Durante dois ou três dias é a melhor coisa, é a novidade, toda a gente comenta. Mas depois nem sempre a vida continua a ser assim tão feliz, pelas mais diversas razões. Ou é porque afinal não tinha a qualidade que esperávamos nem chegam a durar até ao fim da estação, ou é porque passam de moda e no ano seguinte já não fazem sentido voltar a levar à rua, ou revelam-se tão desconfortáveis que só de pensar na sua existência já se nos dá um aperto nos pés. Ou ainda, last but least, apaixonamo-nos por eles durante bem mais tempo do que a sua duração. Usamo-los durante anos a fio e eles são tão confortáveis que nem nos vamos apercebendo que eles se estão a destruir a pouco e pouco de tanto uso. Ficam rotos, com linhas a saltar, as solas gastas e descoladas, e nós-nem-aí. Já toda a gente comenta porque raio é que somos tão belas e interessantes e ainda andamos com aquele par de sapatos velho e peçonhento. E nós tão ceguinhas de amor que nem nos apercebemos que aquele par já não é nada a nossa cara, já não é nada o nosso estilo, já não é nada daquilo que precisamos. Eventualmente também caímos na real e com muito choro e lágrimas acabamos por deixá-lo num contentor de roupa onde esperamos que possam vir a ter um dono (mais humilde) melhor.
 E depois continua a nossa busca. A nossa eteeeeerna busca. Pelo par que é estiloso, intemporal e que dure até ao fim das vidas. E claro, que não nos faça sequer voltar a querer pensar em procurar por um novo.

Maria Amêndoa Rosé

sábado, 7 de março de 2015

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Os amigos vêm e vão, e mesmo os que persistem, por vezes falham.
Mas o Rosé, meus caros, o Rosé nunca falha. Está sempre lá quando preciso para me fazer sentir melhor. Em poucos minutos muda a má disposição para a vontade de dançar, e durante horas não vai embora.
 Faz companhia, aquece o coração. Mas quem é que precisa de mais na vida do que um copo cheio desta amizade?
 Hoje, assumo por este meio perante o universo, que quero elevar esta relação em mais um nível. Eu quero casar com ele. Eu quero que o meu último nome seja Rosé. Maria Amêndoa Rosé. Soa tão fancy. E quero casar porque é com ele que eu quero passar o resto das noites. Eu, ele e queijo de Nisa para apimentar a relação. Todas as noites. Era tão feliz.

Há coisas que me intrigam

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

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 Qual é o destino-final de um baby blog?
 Não, não estou de esperanças ou wtv. Queria mesmo só saber.
 É que as crianças crescem. Claro que os pais têm sempre muito a contar sobre os filhos em qualquer idade, mas mesmo assim... Até quando é que um baby blog pode subsistir sob a literal palavra "baby"?
 Não que o assunto seja realmente importante - pessoas, vá lá, eu estou em época de exames, qualquer pensamento idiota é mais prioritário na minha mente do que algo relacionado com os estudos - mas ponho em causa três hipóteses: Um baby blog pode chegar ao fim quando a) o baby faz 13 anos. Toda a gente sabe que é a partir dos 13 anos que os "babies" perdem a sua fofura e começam a ser realmente irritantes, respondões e malévolos
 b) o autor do baby blogue morre. aliás, é por esse motivo que normalmente acaba qualquer blogue.
 c) o baby torna-se adolescente, um colega descobre que existe um blogue sobre ele cheio de fotos e textos fofos na internet e divulga-o por todo o lado, gozando com o baby; este último chega um dia a casa e confronta os pais, parte a louça toda e após a simulação de uma fuga consegue que os pais apaguem o blogue para todo o sempre
 Se souberem da história de algum baby blog que durou anos suficientes para a criança estar em idade de, pelo menos, tirar a carta pelas vias legais portuguesas, por favor não deixem de partilhar a história aqui.


O Natal é como a Color Run

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

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 A Color Run é aquele evento que tem intenções capitalistas mascaradas sob um objectivo de "felicidade". "Os 5 km mais felizes da tua vida" é o slogan que promove uma ocasião que consiste em pagar (e não é pouco, na minha opinião) para participar numa corridinha leve enquanto se leva com tinta colorida em pó pelas trombas ao som de música de qualidade duvidosó-comercialóide. Assim de repente não me lembro de uma forma mais totó de torrar dinheiro (ok, talvez esta aqui).
 Mesmo assim, não sou anti-color run. Porque acho que, pelo menos, é uma iniciativa que faz o pessoal tirar a peida do sofá durante umas horinhas para dar uma corridinha/caminhada leve e passar algum tempo de boa disposição com os amigos.
 O Natal é muito assim também - o objectivo é passar tempo em família mas "obriga" o pessoal gastar dinheiro desnecessário em pelos menos duas refeições com comida a mais do que seria precisa, em prendas que muitas vezes não são mais do que cordialidades e nem nos esforçámos por efectivamente agradar à pessoa (e/ou a pessoa a quem oferecemos nem nos agrada nada).
 Mas, de certa forma, considero que o Natal é pior. À color run, ainda assim, só vai quem quer. Ao Natal têm de ir todos. É feriado, as ruas estão enfeitadas desde Outubro a antever o que vai acontecer; todos os amigos, familiares e essencialmente crianças não se calam com isso e por mais que uma pessoa se queira revoltar e dizer "Este ano não há Natal para ninguém" não pode. As redes sociais enchem-se de fotografias de árvores de Natal (boa, pessoas! Vocês têm uma árvore de Natal, nunca imaginei, POR FAVOR publiquem fotos das mesmas vistas de mais ângulos, ok?), de mesas postas com guardanapos festivos, de prendas, da família toda reunida.
 Com as fotografias das color run qualquer pessoa ainda aguenta, mas para quem feliz ou infelizmente não tem uma família reunida na mesa da consoada, não recebe prendas, às vezes nem tem possibilidade de ter uma árvore de Natal, este feriado passa uma mensagem de "A tua vida é uma caca, passa-se alguma coisa de errado contigo porque tu devias estar a passar esta noite como as outras pessoas todas" que é muito dificil de não se fazer sentir.
 E depois no ano novo é outra dose da mesma porcaria de pseudo-obrigatoriedade social de apanhar uma bebedeira, comer camarão e ir ver fogo de artifício.
 E com isto não estou a dizer que não gosto do Natal. Mas não gosto de restrições à minha liberdade. E só Deus sabe a vontade que eu este ano tinha de fazer skip de 23 para 26.

A like-like button

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

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 Numa era em que os likes facebookianos são a maior forma de suporte e apoio que um ser humano, na sua faceta virtual, pode dar a outro, o que eu gostava mesmo era que o facebook implementasse um like-like button: Um botão para podermos fazer like a um like. Porque às vezes gosto tanto que as pessoas gostem de determinadas coisas.

E depois de finalmente ver o Interestelar

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

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 Como é que as fãs da cirugia estética ainda não se lembraram de comprar viagens espaciais?

Já era assim na arca de Noé!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

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 "Os homens são como os cães: se deixados à solta correm, ladram, partem tudo, fazem imenso barulho, o dono põe-no de castigo, o diabo a quatro. As mulheres são como os gatos: fazem pela calada, saem de noite, ninguém sabe onde é que andam, e quando voltam fazem miau e não se fala mais nisso.” Eddie Murphy.

Pessoas, para não dizerem que eu só descasco nos homens

domingo, 16 de novembro de 2014

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As pessoas são todas iguais, até na maneira como todas garantem que "são diferentes das outras".

E o bikini agradece

quinta-feira, 31 de julho de 2014

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 Basta de Zumba, Boot Camp e Afro Fitness, o último grito em modalidades desportivas deveria ser este: mudanças. Aliás! MuDanças! Com D maísculo, como se Danças fosse parte integrante da modalidade o que até é mentira, mas sempre fica um nome mais comercialóide.
 Ora e em que consiste a MuDanças? Eu explico: já alguma vez mudaram de casa? Mas mudar sem uma empresa especializada para a coisa, aka ensacar todo o recheio de uma casa, desmontar móveis, descer 3 andares com sofás e eletrodomésticos às costas e, claro, repetir tudo no sentido inverso.
 Sugiro até fazerem-se modalidades soft, de 1 horinha apenas, para quem não tem tempo, só a acartar com tralha por lances de escadas acima. Para quem quiser fazer planos de treino intensivo, poderá fazer isto durante 12 horas, das 8h às 20h por exemplo.
  Eu ainda só experimentei dois dias da modalidade intensiva, mas desde já garanto que os resultados são imediatos. Cuidado é com as quebras de tensão nos dias de maior calor, mas se fizerem tudo com cuidado, é como qualquer outra modalidade desportiva: à noite dormem que nem um bebé, o apetite aumenta desgraçadamente e doem-vos músculos do corpo que nem sabiam que tinham.
 Aguardo ansiosamente que esta minha ideia se propague de ginásio a ginásio e chegue a modalidade olímpica, porque com o andamento que eu tenho tido, certamente já tenho capacidade para trazer uma medalha de ouro para Portugal. 

Religião numa bomba de gasolina

sábado, 12 de julho de 2014

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 Não interessa se tens um bmw descapotável ou um volkswagen golf, quando tens de ficar numa fila de espera para abastecer o combustível sob o Sol de Julho, somos todos filhos do mesmo Deus. 

Expliquem-me os bidés

sábado, 7 de junho de 2014

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 As eras passam, mas os bidés mantêm-se.
 Qualquer pessoa que passe pelo mal de andar à procura de uma casa em Lisboa - aka apartamentozinhos minúsculozinhos muito apertadinhos - facilmente descobre que até a mais minúsculazinhas muito apertadinha casa-de-banho tem um bidé. Porque pelos vistos não faz parte da ideia dos arquitectos/engenheiros/wtv não incluir um bidé para ganhar espaço. Como se um bidé fosse essencial. Como se houvesse alguma coisa que se possa lavar num bidé que não se lave num poliban/banheira/lavatório/alguidar. Um wc sem bidé? Que disparate!
 Ou os bidés têm alguma utilidade mágica que eu desconheça? Alguma espécie de portal para uma dimensão paralela onde existem unicórnios e oompa loompas? Para Nárnia? Contem-me tudo.

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